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De norte a sul do Brasil, a noite é de festa, apesar da crise econômica que persiste em dificultar o dia a dia da maioria dos brasileiros. Em Portugal, onde o Ano Novo chegou com duas horas de vantagem sobre o Brasil, o frio de inverno não impede os festejos. A celebração é comum na generalidade dos países lusófonos, seja na festeira Luanda ou no distante Timor Leste, primeiro dos lusófonos a entrar no Novo Ano. Apesar da alegria, 2017 nasce num cenário de receios da possibilidade de agravamento das crises econômicas que empobrecem os países e do terrorismo cego e cruel.