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Brasil perdeu 7,2 milhões de linhas de celular no ano passado

O número de linhas de telefone celular teve uma queda de 7,2 milhões no ano passado. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).


Portugal Digital com Agência Brasil


Acesso internet celularFoto:Marcello Casal Jr/ABr
As estatísticas da Anatel levam em conta as linhas, também conhecidas popularmente como chips, e não os aparelhos. Assim, é possível haver menos celulares do que acessos, uma vez que usuários podem ativar mais de um chip por smartphone.

No recorte entre pré e pós-pago, a primeira modalidade perdeu espaço. Entre 2017 e 2018 o número de acessos contratados previamente caiu de 148,5 milhões (62,8%) para 129,5 milhões (56,5%). Já os pós-pagos subiram, no mesmo período, de 87,9 milhões (37,2%) para 99,6 milhões (43,5%).

Em 2015, os acessos pré-pagos ultrapassavam o índice de 70% da base móvel. Desde então, essa proporção vem caindo em favor dos contratos pós-pagos, que já passaram dos 40%.

Um dos fatores para essa tendência, segundo a Anatel, foi a redução das tarifas de interconexão (o custo que uma operadora paga para completar uma chamada com um aparelho de outra empresa). Com o barateamento das ligações para companhias distintas, a demanda para manter chips de diferentes firmas diminuiu, refletindo no número geral.

Mercado

Na participação de mercado, a Vivo terminou como líder, com 73,1 milhões de acessos (32% da base). Em segundo lugar, veio a Claro, com 56,4 milhões de clientes neste serviço (24,61% do mercado). A Tim fechou o ano com 55,9 milhões de linhas ativas (24,39% do total) e a Oi, com 37,7 milhões de acessos (16,44% de participação).

Já na distribuição por tecnologia, a prevalência foi do 4G, que hoje já é a base técnica de 56,6% dos acessos, cerca de 129 milhões. Somente em 2018, foram contratadas 27,6 milhões de novas linhas nesta modalidade. O 3G, com capacidade e velocidade menores, ainda é popular no país, sendo o padrão em 23,8% das linhas, o equivalente a 54,7 milhões. Do total, quase 20 milhões de acessos móveis são de conexões entre máquinas, e não entre pessoas.

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Escrito por: Portugal Digital

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