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Presidente do BNDES, banco sob investigação da Lava Jato, diz que “é preciso aguardar”

A presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Sílvia Bastos Marques, disse, no Rio de Janeiro, após abrir o 29º Fórum Nacional, promovido pelo Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), que não sabe ainda os rumos que a economia brasileira vai tomar depois dos últimos acontecimentos políticos, envolvendo a figura do presidente da República, Michel Temer.


Portugal Digital, com agência


Maria Silvia, presidente do BNDES                                                               Foto: Tomaz Silva/ABr

Maria Sílvia afirmou, nesta quinta-feira (18), que o momento “é de trabalhar ainda mais, com serenidade, e aguardar o que vai acontecer.”

O empresário Joesley Batista, do frigorífico JBS, denunciou ontem (17) que Temer teria concordado com pagamento de recursos para manter o silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, do PMDB.

Em relação à JBS, na qual a subsidiária do banco BNDES Participações (BNDESPAR) detém 21% do capital, Maria Sílvia não quis fazer comentários. Citou apenas que como se trata de uma participação acionária, sua valorização ou não depende da evolução do próprio mercado. “Tudo isso está sendo acompanhado com atenção, com a diligência que nós temos que acompanhar.”

O banco é investigado por favorecimento à JBS pela Polícia Federal na Operação Bullish, deflagrada na última sexta-feira (12), quando 37 servidores da instituição foram levados coercitivamente para depor.  A JBS, por seu turno, de acordo com informações vindas a pública, abastecia financeiramente o PT nos governos Lula e Dilma, além do PMDB.

A Comissão de Apuração Interna criada no último dia 16 pelo BNDES para avaliar todos os fatos relacionados às operações realizadas pelo Sistema BNDES com a empresa JBS, tem prazo previsto de 45 dias para apresentar resultados. O prazo pode ser prorrogado por igual período. “O limite, o prazo máximo, são 90 dias”, sublinhou a presidente do banco estatal de investimento. Agência Brasil

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Escrito por: Portugal Digital

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